Logística reversa, uma grande contribuição à economia circular

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Logística reversa, uma grande contribuição à economia circular

Logística reversa, uma grande contribuição à economia circular


O Brasil tem o triste posto de campeão de lixo na América Latina: são 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos por ano segundo dados da ONU.


São números que refletem a maneira como vivemos em todo o mundo, a chamada economia linear:


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Extraímos recursos do meio ambiente.
Produzimos os produtos que usamos.
Quando não queremos ou precisamos mais dos produtos,
os descartamos, gerando resíduos e poluição.


Como sabemos, é um sistema que vem mexendo com o equilíbrio do planeta e tornando cada vez mais difícil que o meio ambiente se recupere.


Nesse contexto, surge a economia circular, que já foi tema de um artigo aqui. Confira abaixo seus três pilares de atuação.


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A logística reversa é uma grande arma da economia circular para um mundo mais sustentável. Vamos entender como ela funciona.


No Brasil, a publicação da Lei no 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2010, estabeleceu que todos nós — fabricantes, comerciantes, consumidores — temos responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos.


A logística reversa é um dos mecanismos dessa responsabilidade conjunta. Ela determina a coleta e restituição dos resíduos de produtos pós-consumo — embalagens ou o próprio produto usado — à tutela das empresas que os fabricaram. Elas então são responsáveis por reaproveitá-los ou descartá-los de acordo com as normas ambientais.


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Todas as empresas precisam apoiar e viabilizar a logística reversa de seus produtos.


Fabricantes de produtos mais nocivos ao meio ambiente, como agrotóxicos, pilhas, pneus e eletroeletrônicos, devem assumir toda a responsabilidade de recolher seus resíduos e embalagens — disponibilizando pontos de coleta e parcerias com cooperativas de catadores, por exemplo.


Mas não são apenas os fabricantes dos itens mais perigosos que devem se preocupar. Fabricantes de produtos com embalagens de diferentes materiais também devem estar atentos ao seu descarte, oferecendo opções de reciclagem, reutilização ou retorno — ou destino final correto, quando nada disso for possível.


Nesses casos, a lei determina que pelo menos 22% de toda a massa de embalagens comercializadas passe pela logística reversa.


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